Escolhas! – de Max Lucado

Escolho o amor

Nenhum fato justifica o ódio; não há injustiça que justifique amargura. Escolho o amor. Hoje amarei a Deus e o que Ele ama.

Escolho a alegria

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Convidarei o meu Deus para que seja o Deus da circunstancia. Recusarei a tentação de ser cínico… a ferramenta do pensador preguiçoso. Recusar-me-ei a ver as pessoas como nada menos que seres humanos, criados por Deus. Recusar-me-ei a ver qualquer problema como nada menos que uma oportunidade de ver Deus.

Escolho a paz

Viverei o perdão. Perdoarei para que possa viver.

Escolho a paciência

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Negligenciarei as inconveniências do mundo. Ao invés de amaldiçoar aquela que tenta tomar o meu lugar, convidá-lo-ei a fazer isto. Não reclamarei a longa espera, mas agradecerei a Deus pelo momento de oração. Ao invés de cerrar meus punhos face a novas designações, enfrentá-las-ei com alegria e coragem.

Escolho a generosidade

Serei generoso para com os pobres, por estarem solitários. Generoso para com os ricos, por estarem temerosos. E generoso para com o mau, pois é assim que Deus tem tratado a mim.

Escolho a virtude

Prefiro ficar sem um tostão a ganhar algum desonestamente. Serei negligenciado para não ser jactante. Confessarei antes que seja acusado. Prefiro a virtude.

Escolho a fidelidade

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Hoje cumprirei minhas promessas. Meus devedores não lastimarão sua confiança. Meus associados não questionarão minha palavra. Minha esposa não questionará meu amor. E meus filhos nunca temerão que seu pai possa não retornar ao lar.

Escolho a mansidão

Nada pode ser vencido à força. Escolho a mansidão. Se levantar a minha voz, que ela possa ser apenas em louvor. Caso cerre meus punhos, que seja em oração. Caso dê uma ordem, que seja apenas para mim mesmo.

Escolho o autocontrole

Sou um ser espiritual. Após a morte desde corpo, meu espírito subirá. Recuso-me a permitir que a podridão domine o que é eterno. Escolho o autocontrole. Ficarei embriagado apenas pela alegria. Comovido apenas pela minha fé. Serei influenciado apenas por Deus. Serei ensinado apenas por Cristo. Escolho o autocontrole.

  • Amor, alegria, paz, paciência, generosidade, virtude, fidelidade, mansidão, autocontrole. A estes submeto meu dia. Caso seja bem-sucedido, louvarei a Deus. Se falhar, buscarei sua graça. E então, ao anoitecer, colocarei minha cabeça sobre o travesseiro e descansarei.tumblr_m1cyhePohg1r7u76ko1_500
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Personagem Bíblica Feminina: A mulher de Ló

“Lembrai-vos da mulher de Ló”. – PARTE I
Lucas 17.32
Dentre vários exemplos que encontramos na Bíblia, personagens únicos e notáveis, histórias emocionantes e lições de vida riquíssimas, nosso Senhor Jesus Cristo, em exortação à igreja, deixa-nos o seguinte alerta: “Lembrai-vos da mulher de Ló”.
Em Gênesis encontramos sua história: uma mulher que a nosso ver tinha uma religião, era esposa de Ló, um homem justo (2 Pe 2.8) e foi contemporânea de Abraão. Foi uma das 4 pessoas privilegiadas que seriam libertas da destruição de Sodoma e Gomorra, se não tivesse olhado pra trás, e se transformado  em uma estátua de sal, por desobedecer uma ordem direta de Deus. E é apenas por esse fato que ela é lembrada por nós. Então por que Cristo, com tantas ilustres personalidades, manda-nos lembrar da mulher de Ló? Por que não lembrarmos de Ana ou Rute? Por que mantermos sempre à mente alguém cuja alma perdeu-se para sempre?
Que advertência solene se pensarmos no contexto desse verso! O Senhor Jesus falava sobre sua segunda vinda, quando julgará o mundo, e descreve o despreparo em que muitos serão encontrados; Ele dirigia-se não a pessoas que o odiavam ou aos fariseus, mas sim aos seus discípulos, aos que diziam amá-lo. Ele deixa-nos essa ordem demonstrando que desejava que o exemplo da mulher de Ló estivesse sempre fresco na memória.

Três coisas principais definem a história da mulher de Ló:

1.       Os privilégios religiosos dos quais ela desfrutou:
Nos dias de Abraão e Ló, o verdadeiro conhecimento de Deus era muito raro; não havia Bíblias na terra, nem missionários ou igrejas. O conhecimento de Deus era limitado a poucos e a maioria das pessoas vivia nas trevas, no pecado e na ignorância. Com a mulher de Ló não foi assim. Ela experimentou o privilégio de ter bons exemplos, ela viu a fé viva e verdadeira de Abraão e de seu marido, a qual regia suas vidas. O casal viveu com Abraão e quando este recebeu a promessa de Isaque, a mulher de Ló  provavelmente estava lá; quando Ló foi levado cativo por Quedorlaomer e depois liberto pelas mãos de Deus ela esteve presente; quando os anjos chegaram a sua casa e os alertaram sobre a destruição da cidade, ela estava lá, eles a tomaram pela mão.
Porém, apesar de todas as oportunidades e recursos da graça, todos esses privilégios não produziram nenhum efeito no coração da mulher de Ló, os olhos de seu entendimento nunca foram abertos. Ela mantinha uma aparência religiosa por causa do costume daqueles com quem vivia, fazendo o que os outros na casa de Ló faziam. Porém, em todo esse tempo, diante de Deus seu coração estava em pecado, por isso ela morreu como viveu, ímpia, incrédula e sem a graça. O mundo enchia seu coração e seu coração estava no mundo, nessa condição ela viveu e nessa condição ela morreu.
Vemos então, que privilégios religiosos não salvam uma pessoa. Podemos experimentar vários recursos da graça, vivermos em meio à santidade, boas companhias ou estar em comunhão com pessoas que realmente pregam e vivem a Verdade e ainda assim estarmos perdidos pra sempre. É um engano tremendo achar que se estivermos no ‘habitat ideal’ ai sim seremos excelentes cristãos ou então se tivermos os incentivos necessários caminharemos com Deus decididamente. Não precisamos de privilégios, precisamos da graça do Espírito Santo!
Que nós saibamos valorizar os muitos privilégios que temos, mas não coloca-los no lugar de Cristo, afinal de contas, falando como jovem e com jovens, muitos de nós tivemos o privilégio de crescermos num lar cristão, ou então tivemos alguém que se preocupava conosco desde muito pequenos, ouvimos de Cristo e da salvação, do plano de Deus e da graça do Espírito. Porém, tomemos cuidado para que, a despeito desse privilégio que desfrutamos, nosso coração não permaneça endurecido e mundano. Não podemos ficar pendurados na religiosidade de quem quer que seja, precisamos comer do pão da vida por nós mesmos, ter o Espírito em nosso próprio coração, do contrário, não seremos diferentes da mulher de Ló.

Aprendendo sobre o Amor

1. O que é amor? 

Amor é autossacrifício espontâneo pelo bem de outro, que não exige reciprocidade ou que a pessoa amada seja merecedora.


2. Como o amor aparece no casamento?

  1. Amar é estar disposto a ter sua vida complicada pelas necessidades e conflitos de seu marido ou esposa, sem impaciência ou irritação.
  2. Amar é ativamente lutar contra a tentação de julgar e de ser critico com seu cônjuge, enquanto procura maneiras de encorajá-lo e exaltá-lo.
  3.  Amor é o compromisso diário de resistir aos momentos desnecessários de conflito, que vêm de comentários ou da resposta a ofensas menores.
  4.     Amar é ser amavelmente honesto e humildemente acessível em tempos de mal entendidos, e ser mais comprometido com unidade e amor que com vencer, acusar ou estar certo.
  5.  Amor é o compromisso diário de admitir seu pecado, fraqueza e falha, e resistir à tentação de apresentar uma desculpa ou passar a culpa de si.
  6.  Amar significa estar desejoso, quando confrontado por seu cônjuge, de examinar seu coração ao invés de colocar-se em sua própria defesa ou mudar o foco.
  7. Amor é o compromisso diário de crescer em amor, de maneira que o amor que você oferece a seu marido ou esposa seja crescentemente altruísta, maduro e paciente.
  8.  Amar é não desejar fazer o que é errado quando ele/ela errou com você, mas procurar maneiras concretas e específicas de vencer o mal com o bem.
  9.  Amar é ser um bom estudante de seu cônjuge, procurando por suas necessidades físicas, emocionais e espirituais, a fim de que, de alguma forma, você possa remover o fardo, apoiar-lhe enquanto ele/ela o carrega, e encorajar-lhe ao longo da estrada.